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17.Jan - Conversão e vocação de Santo Antão
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Conversão e vocação de Santo Antão


Conversão e Vocação de Santo Antão


 


Trago aqui este testemunho pessoal de Santo Antão, por ter sido uma das primeiras biografias deste santo - depois de Santo Agostinho - que tive contato, logo após o meu processo de conversão com 21 anos de idade apenas.


Para mim, naquele primeiro momento, no qual já buscava um discernimento vocacional, foi de fundamental importância, sabendo ser ele um jovem com a mesma idade que eu - naquele momento da vida - e que tudo e de todo quis se entregar a Deus e, de uma forma inusitada recolhendo-se para o deserto.


Experiência ainda não vivida na Igreja da época, por isso foi considerado o pai e criador do Monarquismo. O que também era o meu caso, pois estava para trilhar um caminho novo, naquele momento quando no Brasil surgiam as primeiras Novas Comunidades de Vida e de Aliança.


Não procurei naquele primeiro momento um seminário, nem uma ordem religiosa para entrar. O desejo, as condições e os convites não faltavam, mas no meu coração vinha outra ordem para um caminho novo, ainda não percorrido e nisso Antão se tornou para mim um grande modelo como o é até hoje.


Antão, jovem, de família rica veio a perder os pais muito cedo, o que também levou a ficar responsável pela única irmã menor que possuía. Um dia entrando numa igreja, pois já tinha uma aprimorada fé cristã, ouviu a seguinte narrativa: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres. Depois vêm e segue-me e terás um tesouro no céu” (Mt 19,21). Antão, como que tocado de um profundo choque tomou estas palavras de nosso Senhor - que também foi para um jovem - como que sendo para si próprio. Chegou em casa, vendeu todas as suas propriedades e distribuiu tal como ouviu do evangelho, reservando uma pequena parte para a sua irmã menor que confiou aos cuidados de um convento de virgens para que cuidassem dela e ele mesmo meteu-se mato a dentro onde viveu lá até próximo dos 105 anos.


Em poucos casos saiu do seu retiro, só quando a Igreja precisava dele, mas logo retornava para o seu esconderijo.


No relato de sua história, diz Santo Atanásio que Antão morreu de velhice, quase sem doença, e sem perder um só de seus dentes, tomou poucos banhos na vida, não usava óleos para ungir a pele como era costume na época, mas sua pele reluzia como a de uma criança.


Muito do que vivemos hoje na Arca, no que diz respeito a contemplação vem desta fonte dos padres do deserto do qual Antão foi o precursor.


Se você gostou deste relato e testemunho procure a biografia de Santo Antão por Santo Atanásio, bispo.


Abraços a todos.


 


Diácono Elias Dimas dos Santos


Fundador e Moderador Geral da Comunidade Arca da Aliança



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