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30.Out - Já não vos chamo servos, mas amigos
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Já não vos chamo servos, mas amigos

Segundo, o Papa Emérito Bento XVI – em homília da solenidade de São Pedro e São Paulo em 30 de Junho de 2011, e em comemoração ao seu 60° aniversário de ordenação sacerdotal – a amizade com Cristo, iniciada no Batismo e na Confirmação, é “comunhão do pensar e do querer”. Deus que conhece e chama o homem pelo nome, oferecendo-lhe a sua amizade, espera que esse O procure, assim, pela vivência cristã “procure conhecer sempre mais a Ele próprio”. Mas, a amizade com Ele não se resume ao conhecimento, exige comunhão do querer, ou seja, à medida que se conhece fundem-se as vontades – “na amizade, a minha vontade, crescendo, une-se à d’Ele: a sua vontade torna-se a minha, e é precisamente assim que torno de verdade eu mesmo”. Nisso consiste a amizade com Cristo, não apenas estar ao seu serviço, e sim ser um no pensar e no querer com Ele – “já não vos chamo servos, mas amigos” (cf. Jo 15,15).


Essa amizade provoca no coração humano um transbordar de amor, o homem, amado, sente-se necessitado a propagar a Boa Nova do Amigo. Sair de Si, e anunciar o amor torna-se uma necessidade no coração daqueles que experimentam o transbordar do amor de Cristo, pois “o próprio Deus saiu de Si, abandou a sua glória, para vir à nossa procura e trazer-nos a sua luz e o seu amor”. Sendo assim, – ir e fazer outros discípulos (cf Mt 28,19) – será o programa de vida de um amigo de Cristo.


O fruto, dessa experiência, permanecerá, se as intempéries da vida forem acolhidas com maturidade e usadas para provarem a veracidade do amor por Ele. Assim, o “amor é o verdadeiro fruto que permanece”, sem esquecer, que o amor se desenvolve “numa vida segundo a lei de Deus”, ou seja, segundo a comunhão com a vontade d’Ele.


Por fim, a amizade com Cristo conduz a Cruz, cumprimento perfeito da Lei – amor total a Deus e ao próximo – pois o “amor significa abandonar-se, dar-se; leva consigo o sinal da cruz”. A cruz sinal do sacrifício e do sofrimento, para os amigos de Cristo, toma uma nova dimensão: a oferta total. É o sentido que os faz caminhar, e que leva a dar tudo de Si para o outro, sem poupar nada, fazendo-se em tudo oferta agradável ao Amigo e aos seus semelhantes.




Tarcisio Padilha - Missionário Consagrado Arca da Aliança


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