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10.Abr - Santa Paixão
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Santa Paixão


Santa Paixão


 


 O coração de nossa fé vive às vésperas de seu pulsar mais contundente: a Sexta-feira Santa, o dia silencioso.


Jesus desceu da Consolação Divina para mergulhar na aterradora solidão que caracteriza uma alma que se apartou de Deus. Ele sente isto quando toma sobre si o peso do pecado de toda a humanidade. A noite silenciosa que agora se deita sobre toda a Criação é a sombra da Cruz que se ergue no Calvário. Assim como o pão e o vinho agora são Corpo e Sangue, o lenho da Cruz não é mais apenas madeira, mas um amor que resgata. A ausência de som nos permite ouvir um coração que, do alto da Cruz, bate por toda a humanidade, e é com este coração que Deus nos vê.


Assim como Deus Pai não para o olhar em nossas faltas, mas enxerga através delas os seus filhos, também nós somos chamados a olhar através dos cravos, das chagas e do lado aberto, para enxergarmos apenas amor.


Porém, brota da boca de Deus Filho, que se faz todo Calvário, um “por quê?” (conf. Mc 15, 34). O “por que" do Filho dirigido ao Pai é uma expiação por tantos “porquês", vindos daqueles que não creem. Existe a necessidade urgente de silenciarmos nossos questionamentos vãos para podermos ouvir o “por você“ que ecoa do coração que encarnou a Cruz. Nas palavras de nosso querido Papa-Emérito Bento XVI “a Paixão de Cristo é o vento forte que afugenta toda a dúvida, a incerteza e o calculismo”. Também Dom Bernardo Bonowitz certa vez escreveu: “do outro lado dos ruídos e dos conflitos interiores, estão as melodias inauditas de Deus".


Neste dia de Sua Santa Paixão somos aguardados à, pela contemplação, nos unimos ao Crucificado através do jejum, da oração e do silêncio. Este tripé é fundamental para podermos nos moldar à realidade de que o Calvário não é um convite ao sofrimento, mas a vencê-lo, a atravessá-lo. Momentos críticos são como um deserto, onde aparentemente não há vida nem sentido, mas a dinâmica da história do povo de Deus nos ensina que o deserto não é lugar de morada. É lugar de passagem.


Cristo, com toda a Sua missão, não é apenas uma meta para nós, como um ideal a ser alcançado. Estar com o Filho Amado é uma caminhada de comunhão contínua. Afinal, fomos feitos para isto.


Somente quando acolhemos esta consciência, somos introduzidos, com Cristo, na realidade da Cruz, que é o amor escondido, mas que quer ser encontrado.


Tenhamos fé, pois são os atos de fé que nos levarão ao clarear do terceiro dia, ao fim de todo o sofrimento.


 


Fabiano Couto Rocha


Missionário Consagrado Arca da Aliança


Missão Laguna/ SC



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