36º QUEREMOS DEUS: Uma Jornada de coragem, fé e decisão
Foram quatro dias intensos. Quatro dias que, para muitos, pareceram um verdadeiro jogo — mas não qualquer jogo. Um jogo em que cada fase exigia algo mais profundo: entrega, coragem e decisão. O Queremos Deus deste ano não foi apenas um evento, mas uma verdadeira experiência de travessia. Com o tema “Sê forte e corajoso”, acompanhamos jovens que chegaram, muitas vezes, cansados, distraídos ou carregando suas próprias batalhas e que, pouco a pouco, foram assumindo uma postura nova diante da vida e da fé. Afinal, ser forte e corajoso não é a ausência do medo, mas a decisão de dar passos mesmo em meio a ele.
23.03.2026 - 14:58:00 | 2 minutos de leitura

Foram quatro dias intensos. Quatro dias que, para
muitos, pareceram um verdadeiro jogo — mas não qualquer jogo. Um jogo em que
cada fase exigia algo mais profundo: entrega, coragem e decisão. O Queremos
Deus deste ano não foi apenas um evento, mas uma verdadeira experiência de
travessia. Com o tema “Sê forte e corajoso”, acompanhamos
jovens que chegaram, muitas vezes, cansados, distraídos ou carregando suas
próprias batalhas e que, pouco a pouco, foram assumindo uma postura nova diante
da vida e da fé. Afinal, ser forte e corajoso não é a ausência do medo, mas a
decisão de dar passos mesmo em meio a ele.
Para nós, que estivemos à frente da organização,
cada momento foi vivido com intensidade e gratidão. Ver tudo acontecer foi como
contemplar uma grande jornada sendo construída em tempo real. Cada atividade,
dinâmica e pregação representava uma nova fase, na qual os jovens eram
convidados a avançar. Nos bastidores, também foi possível contemplar a
fidelidade de Deus em cada detalhe: no serviço generoso dos voluntários, na
unidade construída e até mesmo nos imprevistos conduzidos com serenidade. Tudo
cooperou para que a experiência acontecesse como precisava ser. E foi justamente no último dia que vivemos um dos
momentos mais marcantes: de forma inesperada, houve a interrupção da energia.
Sem som, sem luzes, sem a estrutura que até então sustentava o evento, restou
apenas o essencial. E ali, o que poderia ser visto como um problema revelou-se
providência. Os jovens permaneceram.
E permaneceram não por aquilo que o evento oferecia
externamente, mas porque já haviam encontrado Alguém. Em meio à simplicidade,
ao silêncio e à ausência de recursos, aconteceu uma das experiências mais
autênticas de todo o encontro: um encontro com Deus que não depende de
estruturas, mas de corações abertos. Aquilo que, aos nossos olhos, parecia
falha tornou-se graça. Os frutos dessa jornada já começam a aparecer:
corações mais decididos, olhares mais firmes e uma juventude que compreende que
a vida com Deus é um caminho contínuo, feito de passos concretos.
O 36º Queremos Deus terminou, mas a jornada
continua.
Os desafios seguem, mas agora há uma certeza: não
caminhamos sozinhos. Existe um Deus que nos chama, sustenta e nos convida,
todos os dias, a viver com coragem.
Seguimos.
Mais fortes.
Mais corajosos.
Mais decididos a viver tudo aquilo que Deus sonhou para nós.
Stheissy Lidiane – Consagrada Arca da Aliança
Foram quatro dias intensos. Quatro dias que, para
muitos, pareceram um verdadeiro jogo — mas não qualquer jogo. Um jogo em que
cada fase exigia algo mais profundo: entrega, coragem e decisão. O Queremos
Deus deste ano não foi apenas um evento, mas uma verdadeira experiência de
travessia. Com o tema “Sê forte e corajoso”, acompanhamos
jovens que chegaram, muitas vezes, cansados, distraídos ou carregando suas
próprias batalhas e que, pouco a pouco, foram assumindo uma postura nova diante
da vida e da fé. Afinal, ser forte e corajoso não é a ausência do medo, mas a
decisão de dar passos mesmo em meio a ele.
Para nós, que estivemos à frente da organização, cada momento foi vivido com intensidade e gratidão. Ver tudo acontecer foi como contemplar uma grande jornada sendo construída em tempo real. Cada atividade, dinâmica e pregação representava uma nova fase, na qual os jovens eram convidados a avançar. Nos bastidores, também foi possível contemplar a fidelidade de Deus em cada detalhe: no serviço generoso dos voluntários, na unidade construída e até mesmo nos imprevistos conduzidos com serenidade. Tudo cooperou para que a experiência acontecesse como precisava ser. E foi justamente no último dia que vivemos um dos momentos mais marcantes: de forma inesperada, houve a interrupção da energia. Sem som, sem luzes, sem a estrutura que até então sustentava o evento, restou apenas o essencial. E ali, o que poderia ser visto como um problema revelou-se providência. Os jovens permaneceram.
E permaneceram não por aquilo que o evento oferecia externamente, mas porque já haviam encontrado Alguém. Em meio à simplicidade, ao silêncio e à ausência de recursos, aconteceu uma das experiências mais autênticas de todo o encontro: um encontro com Deus que não depende de estruturas, mas de corações abertos. Aquilo que, aos nossos olhos, parecia falha tornou-se graça. Os frutos dessa jornada já começam a aparecer: corações mais decididos, olhares mais firmes e uma juventude que compreende que a vida com Deus é um caminho contínuo, feito de passos concretos.
O 36º Queremos Deus terminou, mas a jornada
continua.
Os desafios seguem, mas agora há uma certeza: não
caminhamos sozinhos. Existe um Deus que nos chama, sustenta e nos convida,
todos os dias, a viver com coragem.
Seguimos.
Mais fortes.
Mais corajosos.
Mais decididos a viver tudo aquilo que Deus sonhou para nós.
Stheissy Lidiane – Consagrada Arca da Aliança
