A Virgem Maria é experiência
A Virgem Maria é castíssima, fidelíssima, obedientíssima e puríssima! Ela é aquela que intercede pelos mais necessitados e que vive plenamente as bem-aventuranças proclamadas por Cristo no Evangelho. Jesus a exalta porque Maria faz a vontade do Pai com o testemunho de sua vida. Aqui, quero trazer uma verdade: não há como amar o que não se conhece.
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15.08.2025 - 10:00:00 | 4 minutos de leitura

Durante a nossa infância e adolescência, ouvimos muito sobre a Mãe de Deus: palavras e gestos tão singelos, especialmente vindos dos mais antigos. E, tristemente, também escutamos muitos insultos e injustiças acerca de Maria. Certamente conhecemos diversas pessoas que nos chamaram de idólatras por simplesmente termos uma imagem dela em nossa casa, não é verdade?
Mas o que há no coração de quem não a ama? Será que é ódio? Será que eles estão certos? Acredito firmemente que não. Prefiro pensar — e crer — que a Virgem Maria é experiência. É amadurecimento, é ato de fé, reservado a quem realmente amou a Cristo e, por isso, é capaz de amá-la também.
Aquele que se dedicou a estudar teologicamente a vida autêntica de Cristo vê, em Maria, a mais fiel de todos os discípulos: aquela que não abandonou o chamado que o Senhor lhe fez. Não há como negar a submissão de Cristo a esta Mulher, pois foram simplesmente trinta anos de obediência a ela — e não apenas obediência, mas afeto, serviço, afago e amor. Ao ler a passagem em que Cristo fala sobre a árvore boa e o fruto bom, Ele ressalta: “Ou dizeis que a árvore é boa e seu fruto bom, ou dizeis que é má e seu fruto mau; porque é pelo fruto que se conhece a árvore” (Mt 12,33). É o próprio Jesus que afirma a autenticidade e a fidelidade do coração de Maria e, mais ainda, sua Imaculada Conceição.
Ainda no mesmo capítulo, alguns versículos depois, providencialmente Maria aparece, sem nada dizer, mas logo é anunciada pelo povo: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem falar-te”. Jesus respondeu: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”. É aqui que muitos se confundem. Cuidado! Não quero que sejais como aqueles que acreditam que Jesus estava destratando a sua bendita Mãe. Pelo contrário, Ele enaltece a fidelidade e a santidade de Maria ao dizer: “E, apontando com a mão para os seus discípulos, acrescentou: ‘Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe’”.
A Virgem Maria é castíssima, fidelíssima, obedientíssima e puríssima! Ela é aquela que intercede pelos mais necessitados e que vive plenamente as bem-aventuranças proclamadas por Cristo no Evangelho. Jesus a exalta porque Maria faz a vontade do Pai com o testemunho de sua vida. Aqui, quero trazer uma verdade: não há como amar o que não se conhece. Como disse anteriormente, aqueles que ainda não amam Nossa Senhora é porque não viveram uma experiência verdadeira de intimidade com Cristo e, consequentemente, com ela. Não se ama o que não se experimenta. Maria é experiência!
Verdadeiramente, Maria não se manifesta em corações fechados. Pelo contrário, ela tem preferência pelos pequeninos, pelos excluídos e até por pastorinhos. Arrisco dizer — e creio que seja verdade — que, mesmo aqueles que não a amam, a Virgem Maria protege com amor filial. No coração de Maria não há espaço para rancor: ela ama os filhos desgarrados e espera ansiosamente o retorno deles. Por isso, não há por que temer amar a Virgem Maria, nossa terna Mãe, Senhora da nossa vida. Não tenha medo de fazer uma experiência de amor com ela. Assim como a relação com Jesus é construída pela intimidade e pela oração, com Maria não é diferente. Aproxime-se dela, converse, escreva poemas e palavras de amor. Recorra a ela nos pensamentos e na oração.
“Se te sentes submerso no abismo de desespero,Pensa em Maria.Nos perigos, nas angústias, na dúvida,Pensa em Maria, invoca Maria.Que ela não se afaste de tua boca.Que ela não se afaste de teu coração.”(São Bernardo)
Ana Clara Richter - Consagrada Arca da Aliança
Durante a nossa infância e adolescência, ouvimos muito sobre a Mãe de Deus: palavras e gestos tão singelos, especialmente vindos dos mais antigos. E, tristemente, também escutamos muitos insultos e injustiças acerca de Maria. Certamente conhecemos diversas pessoas que nos chamaram de idólatras por simplesmente termos uma imagem dela em nossa casa, não é verdade?
Mas o que há no coração de quem não a ama? Será que é ódio? Será que eles estão certos? Acredito firmemente que não. Prefiro pensar — e crer — que a Virgem Maria é experiência. É amadurecimento, é ato de fé, reservado a quem realmente amou a Cristo e, por isso, é capaz de amá-la também.
Aquele que se dedicou a estudar teologicamente a vida autêntica de Cristo vê, em Maria, a mais fiel de todos os discípulos: aquela que não abandonou o chamado que o Senhor lhe fez. Não há como negar a submissão de Cristo a esta Mulher, pois foram simplesmente trinta anos de obediência a ela — e não apenas obediência, mas afeto, serviço, afago e amor. Ao ler a passagem em que Cristo fala sobre a árvore boa e o fruto bom, Ele ressalta: “Ou dizeis que a árvore é boa e seu fruto bom, ou dizeis que é má e seu fruto mau; porque é pelo fruto que se conhece a árvore” (Mt 12,33). É o próprio Jesus que afirma a autenticidade e a fidelidade do coração de Maria e, mais ainda, sua Imaculada Conceição.
Ainda no mesmo capítulo, alguns versículos depois, providencialmente Maria aparece, sem nada dizer, mas logo é anunciada pelo povo: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem falar-te”. Jesus respondeu: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”. É aqui que muitos se confundem. Cuidado! Não quero que sejais como aqueles que acreditam que Jesus estava destratando a sua bendita Mãe. Pelo contrário, Ele enaltece a fidelidade e a santidade de Maria ao dizer: “E, apontando com a mão para os seus discípulos, acrescentou: ‘Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe’”.
A Virgem Maria é castíssima, fidelíssima, obedientíssima e puríssima! Ela é aquela que intercede pelos mais necessitados e que vive plenamente as bem-aventuranças proclamadas por Cristo no Evangelho. Jesus a exalta porque Maria faz a vontade do Pai com o testemunho de sua vida. Aqui, quero trazer uma verdade: não há como amar o que não se conhece. Como disse anteriormente, aqueles que ainda não amam Nossa Senhora é porque não viveram uma experiência verdadeira de intimidade com Cristo e, consequentemente, com ela. Não se ama o que não se experimenta. Maria é experiência!
Verdadeiramente, Maria não se manifesta em corações fechados. Pelo contrário, ela tem preferência pelos pequeninos, pelos excluídos e até por pastorinhos. Arrisco dizer — e creio que seja verdade — que, mesmo aqueles que não a amam, a Virgem Maria protege com amor filial. No coração de Maria não há espaço para rancor: ela ama os filhos desgarrados e espera ansiosamente o retorno deles. Por isso, não há por que temer amar a Virgem Maria, nossa terna Mãe, Senhora da nossa vida. Não tenha medo de fazer uma experiência de amor com ela. Assim como a relação com Jesus é construída pela intimidade e pela oração, com Maria não é diferente. Aproxime-se dela, converse, escreva poemas e palavras de amor. Recorra a ela nos pensamentos e na oração.
“Se te sentes submerso no abismo de desespero,
Pensa em Maria.
Nos perigos, nas angústias, na dúvida,
Pensa em Maria, invoca Maria.
Que ela não se afaste de tua boca.
Que ela não se afaste de teu coração.”
(São Bernardo)
Ana Clara Richter - Consagrada Arca da Aliança
Ana Clara Richter - Consagrada Arca da Aliança
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