As marcas que o Queremos Deus deixou em nós!
Tínhamos a certeza de que, em nossa casa, nesses dias, jorrava uma fonte — essa fonte é o Senhor! E também temos a convicção de que aqueles que beberam dessa fonte tornaram-se fonte igualmente, em suas famílias, no trabalho, no círculo de amigos e nos estudos.
Arca em movimento
01.04.2025 - 08:00:00 | 5 minutos de leitura

"O Queremos Deus é mais que um evento: é um chamado à santidade que ressoa há 35 anos em nossa comunidade e na vida de tantas pessoas. Ao longo dessa trajetória, testemunhamos a graça de Deus agindo, restaurando corações e renovando propósitos. Neste texto, Cristiane Liberato compartilha a história e a missão que sustentam esse encontro, e Elaine Izauro traz um testemunho vivo das marcas deixadas por essa experiência transformadora. Que estas palavras reacendam em nós a sede de Deus e o desejo de ser, no mundo, um sinal de Sua presença!"
Cristiane Liberato - Consagrada e Moderadora Geral da Comunidade
Louvamos a Deus pela história do Queremos Deus, que se inicia na própria inspiração de nosso carisma enquanto instituição:
“Ser no mundo um sinal da presença de Deus para restaurar a aliança de amizade dos homens com Deus e dos homens entre si.”
Sendo assim, nos dias de Carnaval, percebemos que muitos, para além de uma sadia diversão, acabavam rompendo essa aliança de amizade, especialmente os jovens, por falta de opção. Ouvimos de Deus: "Abram as portas de vossa casa." E assim o fizemos, com responsabilidade, sem dúvida, mas sempre guiados pela inspiração de Deus e não por nossas seguranças humanas e pelos recursos de que dispúnhamos.
O Queremos Deus é hoje um grande evento, mas sempre foi pobre, pois não visa lucros. Ou melhor, seu grande lucro e resultado é proporcionar a todos que lá chegam — com suas histórias, problemas, alegrias e motivações diversas — um encontro com Deus.Nesses 35 anos de evento, sempre trabalhamos muito com as próprias mãos, preparando toda a estrutura e movimentando a evangelização com o apoio de uma multidão de pessoas. Só neste ano, fomos 300 pessoas por dia, espalhadas nos mais diversos setores, pois a experiência do amor de Deus que fizemos não pode ficar retida em nós: precisamos compartilhá-la.
Neste ano, dissemos aos participantes, amparados na Sagrada Escritura: "Quem tem sede, venha." Tínhamos a certeza de que, em nossa casa, nesses dias, jorrava uma fonte — essa fonte é o Senhor! E também temos a convicção de que aqueles que beberam dessa fonte tornaram-se fonte igualmente, em suas famílias, no trabalho, no círculo de amigos e nos estudos.
A Deus, toda honra e louvor por essa história! Ele nos trouxe e sustentou até aqui, Ele é a nossa segurança.
Elaine Izauro - Consagrada Arca da Aliança
Na caminhada cristã, há momentos em que Deus se manifesta com uma intensidade que transforma corações, renova propósitos e reaviva o ardor pela santidade. O 35º Queremos Deus, com o tema "Quem tem sede, venha" (Ap 22,17), foi um desses momentos marcantes para nós, da Comunidade Arca da Aliança. Uma experiência de profunda graça, que ainda ressoa em nossas vidas e no chamado que recebemos de sermos um sinal da presença de Deus.
Nos dias em que abrimos nossas portas e corações para acolher esse tempo de graça, fomos também tocados e moldados pelo próprio Deus. Houve um mover de conversão sincera, renovação de propósitos e uma força missionária que nos impulsiona a seguir firmes na vocação. Vimos o quanto o Senhor deseja nos fazer santos, chamando-nos a uma vida de intimidade profunda com Ele. Como disse Santo Agostinho: "Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei!"— e no Queremos Deus, muitos tiveram a experiência de encontrar essa Beleza e entregar-se totalmente a ela.
As marcas deixadas por esse evento não são apenas memórias bonitas ou momentos de emoção. Elas se traduzem em vidas restauradas, na busca por uma oração mais fervorosa, no desejo de servir com mais generosidade e no compromisso de viver o Evangelho com autenticidade. Muitos que passaram por nossa casa nesses dias testemunharam curas, reconciliações e um novo ardor pela vida de fé. E nós, como comunidade, fomos também profundamente evangelizados pela graça derramada em cada instante.
A força do "sim" que demos para realizar o Queremos Deus continua a ecoar. Os frutos estão visíveis em cada partilha, em cada testemunho, na perseverança renovada daqueles que se engajaram mais fortemente na vida comunitária. É o próprio Senhor nos lembrando que a santidade não é uma meta distante, mas um caminho que se percorre dia após dia, com entrega e amor. Como dizia o Beato Carlo Acutis: "Todos nascem como originais, mas muitos morrem como cópias." O Queremos Deus nos despertou para viver essa originalidade em Cristo, buscando a santidade com autenticidade e coragem.
Que possamos seguir atentos aos sinais de Deus e ao chamado que Ele nos faz. Que a experiência vivida no Queremos Deus não seja apenas um evento no calendário, mas um divisor de águas em nossa história espiritual. Sejamos fiéis, generosos e apaixonados pela santidade, pois este é o grande convite do Pai para cada um de nós.
Termino testemunhando que já vivi muitos Queremos Deus, mas o que experimentamos neste foi único. Cada sorriso, cada lágrima e cada encontro nos fazem desejar — e, ao mesmo tempo, ter a certeza — de que vale a pena se gastar pela evangelização.
"O Queremos Deus é mais que um evento: é um chamado à santidade que ressoa há 35 anos em nossa comunidade e na vida de tantas pessoas. Ao longo dessa trajetória, testemunhamos a graça de Deus agindo, restaurando corações e renovando propósitos. Neste texto, Cristiane Liberato compartilha a história e a missão que sustentam esse encontro, e Elaine Izauro traz um testemunho vivo das marcas deixadas por essa experiência transformadora. Que estas palavras reacendam em nós a sede de Deus e o desejo de ser, no mundo, um sinal de Sua presença!"
Cristiane Liberato - Consagrada e Moderadora Geral da Comunidade
Louvamos a Deus pela história do Queremos Deus, que se inicia na própria inspiração de nosso carisma enquanto instituição:
“Ser no mundo um sinal da presença de Deus para restaurar a aliança de amizade dos homens com Deus e dos homens entre si.”
Sendo assim, nos dias de Carnaval, percebemos que muitos, para além de uma sadia diversão, acabavam rompendo essa aliança de amizade, especialmente os jovens, por falta de opção. Ouvimos de Deus: "Abram as portas de vossa casa." E assim o fizemos, com responsabilidade, sem dúvida, mas sempre guiados pela inspiração de Deus e não por nossas seguranças humanas e pelos recursos de que dispúnhamos.
O Queremos Deus é hoje um grande evento, mas sempre foi pobre, pois não visa lucros. Ou melhor, seu grande lucro e resultado é proporcionar a todos que lá chegam — com suas histórias, problemas, alegrias e motivações diversas — um encontro com Deus.
Nesses 35 anos de evento, sempre trabalhamos muito com as próprias mãos, preparando toda a estrutura e movimentando a evangelização com o apoio de uma multidão de pessoas. Só neste ano, fomos 300 pessoas por dia, espalhadas nos mais diversos setores, pois a experiência do amor de Deus que fizemos não pode ficar retida em nós: precisamos compartilhá-la.
Neste ano, dissemos aos participantes, amparados na Sagrada Escritura: "Quem tem sede, venha." Tínhamos a certeza de que, em nossa casa, nesses dias, jorrava uma fonte — essa fonte é o Senhor! E também temos a convicção de que aqueles que beberam dessa fonte tornaram-se fonte igualmente, em suas famílias, no trabalho, no círculo de amigos e nos estudos.
A Deus, toda honra e louvor por essa história! Ele nos trouxe e sustentou até aqui, Ele é a nossa segurança.
Elaine Izauro - Consagrada Arca da Aliança
Na caminhada cristã, há momentos em que Deus se manifesta com uma intensidade que transforma corações, renova propósitos e reaviva o ardor pela santidade. O 35º Queremos Deus, com o tema "Quem tem sede, venha" (Ap 22,17), foi um desses momentos marcantes para nós, da Comunidade Arca da Aliança. Uma experiência de profunda graça, que ainda ressoa em nossas vidas e no chamado que recebemos de sermos um sinal da presença de Deus.
Nos dias em que abrimos nossas portas e corações para acolher esse tempo de graça, fomos também tocados e moldados pelo próprio Deus. Houve um mover de conversão sincera, renovação de propósitos e uma força missionária que nos impulsiona a seguir firmes na vocação. Vimos o quanto o Senhor deseja nos fazer santos, chamando-nos a uma vida de intimidade profunda com Ele. Como disse Santo Agostinho: "Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei!"— e no Queremos Deus, muitos tiveram a experiência de encontrar essa Beleza e entregar-se totalmente a ela.
As marcas deixadas por esse evento não são apenas memórias bonitas ou momentos de emoção. Elas se traduzem em vidas restauradas, na busca por uma oração mais fervorosa, no desejo de servir com mais generosidade e no compromisso de viver o Evangelho com autenticidade. Muitos que passaram por nossa casa nesses dias testemunharam curas, reconciliações e um novo ardor pela vida de fé. E nós, como comunidade, fomos também profundamente evangelizados pela graça derramada em cada instante.
A força do "sim" que demos para realizar o Queremos Deus continua a ecoar. Os frutos estão visíveis em cada partilha, em cada testemunho, na perseverança renovada daqueles que se engajaram mais fortemente na vida comunitária. É o próprio Senhor nos lembrando que a santidade não é uma meta distante, mas um caminho que se percorre dia após dia, com entrega e amor. Como dizia o Beato Carlo Acutis: "Todos nascem como originais, mas muitos morrem como cópias." O Queremos Deus nos despertou para viver essa originalidade em Cristo, buscando a santidade com autenticidade e coragem.
Que possamos seguir atentos aos sinais de Deus e ao chamado que Ele nos faz. Que a experiência vivida no Queremos Deus não seja apenas um evento no calendário, mas um divisor de águas em nossa história espiritual. Sejamos fiéis, generosos e apaixonados pela santidade, pois este é o grande convite do Pai para cada um de nós.
Termino testemunhando que já vivi muitos Queremos Deus, mas o que experimentamos neste foi único. Cada sorriso, cada lágrima e cada encontro nos fazem desejar — e, ao mesmo tempo, ter a certeza — de que vale a pena se gastar pela evangelização.
Mais Arca em movimento
