Inquieto demais pra caber no mundo
Um coração Inquieto. Que buscava se destacar em seus estudos, ter amigos que compartilhassem seus ideais, se deleitar com a arte e os espetáculos... mas que, por muito tempo, esteve distante de Deus. Assim foi a juventude de Santo Agostinho, que, mesmo tendo vivido há quase quinze séculos, continua sendo um retrato da juventude atual.
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25.08.2025 - 15:00:00 | 3 minutos de leitura

“Tu estavas dentro de mim, mais profundo do que o que em mim existe de mais íntimo, e mais elevado do que o que em mim existe de mais alto.” – Santo Agostinho
Um coração inquieto. Inquieto, que buscava se destacar em seus estudos, ter amigos que compartilhassem seus ideais, se deleitar com a arte e os espetáculos... mas que, por muito tempo, esteve distante de Deus. Assim foi a juventude de Santo Agostinho, que, mesmo tendo vivido há quase quinze séculos, continua sendo um retrato da juventude atual.
Embora tenha recebido de sua mãe, Mônica, a educação na fé católica, Agostinho não seguiu este caminho. Buscando saciar a sede de seu coração, entregou-se aos prazeres do mundo, ao pecado, chegando a ter um filho com uma mulher com quem conviveu sem se casar. Tudo isso, porém, não preencheu seu coração. Agostinho experimentou a frustração e o vazio de buscar saciar sua sede em lugares errados.Todos nós também carregamos essa inquietude em nosso coração. Muitas vezes tentamos saciá-la no excesso de trabalho, de comida, de informação, em preocupações exageradas... e assim nos perdemos no pecado e acabamos no vazio. Mas a vida de Santo Agostinho nos ensina que há somente Um que pode saciar plenamente o nosso coração.
Na busca por crescer em seus estudos, Agostinho foi tocado pela leitura de um livro que o fez compreender que a verdadeira felicidade estava na busca dos bens celestes, das virtudes e da sabedoria. Assim, influenciado por amigos, começou a seguir o maniqueísmo. Mas seu coração ainda não se encontrava, e sua sede aumentava pelo que realmente almejava.Ao conhecer o bispo Santo Ambrósio, Agostinho abriu, aos poucos, o coração para o encontro com a Palavra de Deus, com o próprio Deus. Esse encontro mudou a sua vida, transformando-o em santo e grande doutor da Igreja.
Agostinho não encontrou a Verdade sem a intercessão de alguém muito especial: Santa Mônica, sua mãe. Embora visse com tristeza a angústia do filho em viver distante do Senhor, soube ser paciente, confiou em Deus e rezou durante 30 anos pela conversão de Agostinho. O exemplo de Mônica nos anima a sermos intercessores, a rezarmos por aqueles que amamos e que hoje estão afastados de Deus, confiando em Sua divina providência e em Seu amor de Pai, que sempre ouve as nossas orações.
“Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti.” – Santo Agostinho
Santo Agostinho foi um homem intenso. Assim como se entregou às seduções do pecado e aos estudos, também se lançou na busca daquilo que flamejava em seu coração: a Verdade. E a Verdade ele encontrou dentro de si mesmo, no mais profundo de seu ser, na Palavra, na Eucaristia, no altar.É na presença de Deus que o nosso coração se aquieta: na Eucaristia, em pequenas visitas ao Sacrário, na Santa Missa, no relacionamento diário com o Senhor pela oração e pela Palavra. Só em Deus o nosso coração encontra repouso.
Vale a pena se perguntar: o que tenho buscado para saciar meu coração?“Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mt 6,21)
Se o Senhor não for o centro da nossa vida, se não O buscarmos, o nosso coração não repousará. Que Santo Agostinho interceda por nós e que o Senhor nos conceda a graça de perseverarmos na busca por Ele, sem jamais desviarmos o nosso coração d’Ele.
Thaís Muniz - Consagrada Arca da Aliança
“Tu estavas dentro de mim, mais profundo do que o que em mim existe de mais íntimo, e mais elevado do que o que em mim existe de mais alto.” – Santo Agostinho
Um coração inquieto. Inquieto, que buscava se destacar em seus estudos, ter amigos que compartilhassem seus ideais, se deleitar com a arte e os espetáculos... mas que, por muito tempo, esteve distante de Deus. Assim foi a juventude de Santo Agostinho, que, mesmo tendo vivido há quase quinze séculos, continua sendo um retrato da juventude atual.
Embora tenha recebido de sua mãe, Mônica, a educação na fé católica, Agostinho não seguiu este caminho. Buscando saciar a sede de seu coração, entregou-se aos prazeres do mundo, ao pecado, chegando a ter um filho com uma mulher com quem conviveu sem se casar. Tudo isso, porém, não preencheu seu coração. Agostinho experimentou a frustração e o vazio de buscar saciar sua sede em lugares errados.Todos nós também carregamos essa inquietude em nosso coração. Muitas vezes tentamos saciá-la no excesso de trabalho, de comida, de informação, em preocupações exageradas... e assim nos perdemos no pecado e acabamos no vazio. Mas a vida de Santo Agostinho nos ensina que há somente Um que pode saciar plenamente o nosso coração.
Na busca por crescer em seus estudos, Agostinho foi tocado pela leitura de um livro que o fez compreender que a verdadeira felicidade estava na busca dos bens celestes, das virtudes e da sabedoria. Assim, influenciado por amigos, começou a seguir o maniqueísmo. Mas seu coração ainda não se encontrava, e sua sede aumentava pelo que realmente almejava.
Ao conhecer o bispo Santo Ambrósio, Agostinho abriu, aos poucos, o coração para o encontro com a Palavra de Deus, com o próprio Deus. Esse encontro mudou a sua vida, transformando-o em santo e grande doutor da Igreja.
Agostinho não encontrou a Verdade sem a intercessão de alguém muito especial: Santa Mônica, sua mãe. Embora visse com tristeza a angústia do filho em viver distante do Senhor, soube ser paciente, confiou em Deus e rezou durante 30 anos pela conversão de Agostinho. O exemplo de Mônica nos anima a sermos intercessores, a rezarmos por aqueles que amamos e que hoje estão afastados de Deus, confiando em Sua divina providência e em Seu amor de Pai, que sempre ouve as nossas orações.
“Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti.” – Santo Agostinho
Santo Agostinho foi um homem intenso. Assim como se entregou às seduções do pecado e aos estudos, também se lançou na busca daquilo que flamejava em seu coração: a Verdade. E a Verdade ele encontrou dentro de si mesmo, no mais profundo de seu ser, na Palavra, na Eucaristia, no altar.
É na presença de Deus que o nosso coração se aquieta: na Eucaristia, em pequenas visitas ao Sacrário, na Santa Missa, no relacionamento diário com o Senhor pela oração e pela Palavra. Só em Deus o nosso coração encontra repouso.
Vale a pena se perguntar: o que tenho buscado para saciar meu coração?
“Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mt 6,21)
Se o Senhor não for o centro da nossa vida, se não O buscarmos, o nosso coração não repousará. Que Santo Agostinho interceda por nós e que o Senhor nos conceda a graça de perseverarmos na busca por Ele, sem jamais desviarmos o nosso coração d’Ele.
Thaís Muniz - Consagrada Arca da Aliança
Thaís Muniz - Consagrada Arca da Aliança
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