O caminho da cruz que nos leva à Ressurreição
A cada Páscoa, a pedra do nosso coração tem que ser removida. Temos que lutar, contando com a força do Alto para romper com nossas “sepulturas”.
19.04.2025 - 19:00:00 | 3 minutos de leitura

Quantas vezes, diante da dor, da perda ou das dificuldades da vida, sentimos como se tudo estivesse terminado? O sofrimento parece ter a última palavra. A cruz pesa, a escuridão parece vencer. Mas é justamente aí que a fé cristã se mostra viva e transformadora. Em meio ao caos, ressoa com força a promessa de São Paulo: “Se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com Ele” (Rm 6, 8).
Essa passagem é uma provocação, um chamado que ecoa do Monte Calvário, pois nos recorda que a vida cristã não é uma fuga do sofrimento, mas uma passagem através dele. Jesus não evita a cruz. Ele a abraça com confiança no Pai. E é por meio desta confiança que a Salvação sangra para toda a humanidade.
Nós carregamos o DNA do Crucificado, d'Ele emana o nosso discipulado perpétuo. Dito isso, somos chamados a viver esse caminho: morrer com Cristo para tudo aquilo que nos afasta de Deus: orgulhos, paralisias diante dos medos, inseguranças e tudo mais que provém de nossas misérias e feridas e deixar que o Mestre transforme tudo isso em uma nova vida sempre por Ele, com Ele e principalmente, através d’Ele.
A Ressurreição de Jesus não é só um fato do passado. É uma realidade presente, viva e atuante. Para muitos, a cruz é uma figura de morte; para nós é sinal de vida. Aliás, a única vida que vale a pena ser experienciada. Cristo vive. E porque Ele vive, nós também podemos viver de verdade com sentido e com esperança.
É confortador saber que a morte não é o fim. Não só a morte física, mas também aquelas “mortes” do dia a dia: a perda de um relacionamento, o fim de um sonho, os momentos em que tudo parece escuro. Com Cristo, nada disso é definitivo. Com Ele, tudo pode ser transformado. O túmulo está vazio, e isso muda tudo.
A cada Páscoa, a pedra do nosso coração tem que ser removida. Temos que lutar, contando com a força do Alto para romper com nossas “sepulturas”. Não se trata de entender tudo ou de nunca mais sofrer, mas de confiar: se morrermos com Cristo, também viveremos com Ele. Essa promessa é pessoal. É para mim. E é para você.
Que a certeza da Ressurreição nos ajude a viver cada dia com mais fé, mais coragem e mais decisão. A última palavra não é da dor. A última palavra é de Deus.
Quantas vezes, diante da dor, da perda ou das dificuldades da vida, sentimos como se tudo estivesse terminado? O sofrimento parece ter a última palavra. A cruz pesa, a escuridão parece vencer. Mas é justamente aí que a fé cristã se mostra viva e transformadora. Em meio ao caos, ressoa com força a promessa de São Paulo: “Se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com Ele” (Rm 6, 8).
Essa passagem é uma provocação, um chamado que ecoa do Monte Calvário, pois nos recorda que a vida cristã não é uma fuga do sofrimento, mas uma passagem através dele. Jesus não evita a cruz. Ele a abraça com confiança no Pai. E é por meio desta confiança que a Salvação sangra para toda a humanidade.
Nós carregamos o DNA do Crucificado, d'Ele emana o nosso discipulado perpétuo. Dito isso, somos chamados a viver esse caminho: morrer com Cristo para tudo aquilo que nos afasta de Deus: orgulhos, paralisias diante dos medos, inseguranças e tudo mais que provém de nossas misérias e feridas e deixar que o Mestre transforme tudo isso em uma nova vida sempre por Ele, com Ele e principalmente, através d’Ele.
A Ressurreição de Jesus não é só um fato do passado. É uma realidade presente, viva e atuante. Para muitos, a cruz é uma figura de morte; para nós é sinal de vida. Aliás, a única vida que vale a pena ser experienciada. Cristo vive. E porque Ele vive, nós também podemos viver de verdade com sentido e com esperança.
É confortador saber que a morte não é o fim. Não só a morte física, mas também aquelas “mortes” do dia a dia: a perda de um relacionamento, o fim de um sonho, os momentos em que tudo parece escuro. Com Cristo, nada disso é definitivo. Com Ele, tudo pode ser transformado. O túmulo está vazio, e isso muda tudo.
A cada Páscoa, a pedra do nosso coração tem que ser removida. Temos que lutar, contando com a força do Alto para romper com nossas “sepulturas”. Não se trata de entender tudo ou de nunca mais sofrer, mas de confiar: se morrermos com Cristo, também viveremos com Ele. Essa promessa é pessoal. É para mim. E é para você.
Que a certeza da Ressurreição nos ajude a viver cada dia com mais fé, mais coragem e mais decisão. A última palavra não é da dor. A última palavra é de Deus.
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